Spoiler: não!

A placa miorrelaxante é, normalmente, indicada para o bruxismo noturno – desordem vinda do sistema nervoso central que faz com que os músculos mastigatórios contraiam durante o sono.

O termo mais adequado para a placa miorrelaxante é placa estabilizadora ou então placa plana, isto porque já se provou cientificamente que ela não tem a capacidade de promover relaxamento muscular. A placa é apenas um aparelho que se interpõe entre os dentes para minimizar os danos causados pelo excesso de contração muscular, ou seja, ela faz apenas com que os dentes não se desgastem.

Sendo assim, a placa miorrelaxante não é tratamento para bruxismo!

Além disso, é importante diferenciar o bruxismo noturno e o bruxismo de vigília: no primeiro, o rangimento dos dentes é de alta intensidade e frequente, mas está cada vez mais “em baixa” e perdendo o seu posto de “grande vilão” para o bruxismo de vigília – caracterizado pelo apertamento dentário de baixa intensidade, porém em alta frequência, e que está se tornando em um dos grandes fatores de risco para os distúrbios citados abaixo:

  • Dor facial;
  • Cefaleias tipo tensional;
  • Zumbido e barulhos estranhos no ouvido;
  • Desordens temporomandibulares que podem dificultar as várias funções e movimentos, como abrir e fechar a boca e provocar ruídos (estalos durante a abertura e a mastigação);
  • Desgaste e até fratura de dentes e restaurações;
  • Cervicalgias ou dores no pescoço, nuca e parte alta das costas.

E existe tratamento para bruxismo de vigília?

Sim! Além de ser inovador, não medicamentoso e não invasivo, ele ajuda a controlar as dores orofaciais e a cefaleia tensional associadas ao bruxismo de vigília.

Conteúdo supervisionado pelo Dr. Diego Limoeiro

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